Apple Card: Condições, taxas e tudo sobre o primeiro cartão de crédito da Apple

Artigo atualizado em 9 de setembro de 2019

Cada vez mais nos deparamos com novas companhias chegando ao mercado financeiro, oferecendo novas tecnologias, mais praticidade e menores tarifas. Isso é extremamente positivo para nós, consumidores, já que isso gera um aumento na concorrência, fazendo com que os serviços melhorem e os preços caiam. A última da vez foi o anúncio da entrada da Apple no mercado de cartões de crédito. Isso mesmo, a empresa de tecnologia que produz smartphones, tablets e notebooks. Em julho deste ano, a companhia fez um anúncio de que irá colocar em circulação no mercado o seu modelo de cartão de crédito, e o melhor de tudo: um cartão sem tarifas.




Segundo Tim Cook, CEO da empresa, inicialmente o Apple Card apenas estará disponível para os Estados Unidos, ainda sem previsão de chegada ao Brasil. Tim também informou que a solicitação poderá ser feita diretamente pelos usuários do Iphone, através do aplicativo chamado Wallet, que faz a gestão do sistema de pagamentos Apple Pay.

Apple Card – como será?

Assim como os demais produtos e serviços oferecidos pela Apple, o foco é sempre no digital, porém, o Apple Card também terá sua versão física, sendo feita em titânio e poderá ser usada em estabelecimentos de todos os tipos.


Fruto de uma parceria da empresa com o banco americano Goldman Sachs, o cartão de crédito da Apple poderá ser usado em compras na Apple Pay como também em qualquer outro tipo de transação, pois a empresa também fidelizou uma parceria com a bandeira Mastercard.

Apple card

Taxas Apple Card?

O que se sabe até agora é que o cartão de crédito da Apple não irá cobrar taxas de anuidade, e nem tarifas para atraso ou em caso de limite ultrapassado. A cobrança só será realizada quando o usuário utilizar o rotativo, ou seja, quando pagar um valor menor que o total da fatura do mês.

Além destas enormes isenções de tarifas, o Apple card também oferecerá outras vantagens, como o retorno financeiro de 3% em compras realizadas na Apple Store, 2% para pagamentos com o Apple Pay e 1% nas demais utilizações do cartão.

Essa economia vai para uma carteira digital e é chamada de “Daily Cash”. Esses valores vão se acumulando e poderão se utilizados para futuros gastos ou mesmo para transferência para uma conta bancária.



Quanto mais concorrência melhor!

Cada vez mais temos vistos novas instituições entrando no mercado financeiro. O surgimento dos bancos digitais está revolucionando o modo como o meio econômico funciona. Essas companhias digitais, tem oferecido ótimos serviços e com ótimas condições, muitas vezes isentando tarifas ou cobrando um percentual menor de juros. E isso é ótimo!

Além de oferecer opções vantajosas para os clientes, essa entrada de novas empresas no mercado financeiro, estimula a concorrência e faz com que os bancos tradicionais também venham a aderir essas modalidades de isenção de tarifas e diminuição de juros. Convenhamos que, principalmente no Brasil, os juros cobrados por bancos tradicionais e instituições de crédito são enormes, e talvez isso venha mudar com a chegada de novos concorrentes, como o Apple Card.

Avaliação/expectativa Apple Card

Opinião do autor: Sempre que a Apple lança novidades, o mercado fica agitado. Este é um passo importante, sendo praticamente um novo mercado para a empresa. A expectativa é alta, principalmente com as possibilidades de integração com outros serviços da Apple. As taxas e condições devem ser semelhantes com as outras contas digitais, portanto oferecendo uma abertura de mercado competitiva. Outro fator importante é a segurança de ter uma grande empresa, famosa por ótimo suporte, estruturando o projeto.