Apple Card: Condições, taxas e tudo sobre o primeiro cartão de crédito da Apple

Artigo atualizado em 21 de outubro de 2019

Cada vez mais nos deparamos com novas companhias chegando ao mercado financeiro, oferecendo novas tecnologias, mais praticidade e menores tarifas. Isso é extremamente positivo para nós, consumidores, já que isso gera um aumento na concorrência, fazendo com que os serviços melhorem e os preços caiam. A última da vez foi o anúncio da entrada da Apple no mercado de cartões de crédito. Isso mesmo, a empresa de tecnologia que produz smartphones, tablets e notebooks. Em julho deste ano, a companhia fez um anúncio de que irá colocar em circulação no mercado o seu modelo de cartão de crédito, e o melhor de tudo: um cartão sem tarifas.

Segundo Tim Cook, CEO da empresa, inicialmente o Apple Card apenas estará disponível para os Estados Unidos, ainda sem previsão de chegada ao Brasil. Tim também informou que a solicitação poderá ser feita diretamente pelos usuários do Iphone, através do aplicativo chamado Wallet, que faz a gestão do sistema de pagamentos Apple Pay.

Apple Card – como será?

Assim como os demais produtos e serviços oferecidos pela Apple, o foco é sempre no digital, porém, o Apple Card também terá sua versão física, sendo feita em titânio e poderá ser usada em estabelecimentos de todos os tipos.

Fruto de uma parceria da empresa com o banco americano Goldman Sachs, o cartão de crédito da Apple poderá ser usado em compras na Apple Pay como também em qualquer outro tipo de transação, pois a empresa também fidelizou uma parceria com a bandeira Mastercard.

Apple card

Taxas Apple Card?

O que se sabe até agora é que o cartão de crédito da Apple não irá cobrar taxas de anuidade, e nem tarifas para atraso ou em caso de limite ultrapassado. A cobrança só será realizada quando o usuário utilizar o rotativo, ou seja, quando pagar um valor menor que o total da fatura do mês.

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Além destas enormes isenções de tarifas, o Apple card também oferecerá outras vantagens, como o retorno financeiro de 3% em compras realizadas na Apple Store, 2% para pagamentos com o Apple Pay e 1% nas demais utilizações do cartão.

Essa economia vai para uma carteira digital e é chamada de “Daily Cash”. Esses valores vão se acumulando e poderão se utilizados para futuros gastos ou mesmo para transferência para uma conta bancária.

Quanto mais concorrência melhor!

Cada vez mais temos vistos novas instituições entrando no mercado financeiro. O surgimento dos bancos digitais está revolucionando o modo como o meio econômico funciona. Essas companhias digitais, tem oferecido ótimos serviços e com ótimas condições, muitas vezes isentando tarifas ou cobrando um percentual menor de juros. E isso é ótimo!

Além de oferecer opções vantajosas para os clientes, essa entrada de novas empresas no mercado financeiro, estimula a concorrência e faz com que os bancos tradicionais também venham a aderir essas modalidades de isenção de tarifas e diminuição de juros. Convenhamos que, principalmente no Brasil, os juros cobrados por bancos tradicionais e instituições de crédito são enormes, e talvez isso venha mudar com a chegada de novos concorrentes, como o Apple Card.

Avaliação/expectativa Apple Card

Opinião do autor: Sempre que a Apple lança novidades, o mercado fica agitado. Este é um passo importante, sendo praticamente um novo mercado para a empresa. A expectativa é alta, principalmente com as possibilidades de integração com outros serviços da Apple. As taxas e condições devem ser semelhantes com as outras contas digitais, portanto oferecendo uma abertura de mercado competitiva. Outro fator importante é a segurança de ter uma grande empresa, famosa por ótimo suporte, estruturando o projeto.

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Leo Caprara