Pride Bank: conheça o primeiro banco LGBTQI+

Atualizado em 15 de out de 2020
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Isso mesmo, recentemente chegou ao mercado para o público o primeiro banco digital com foco no público LGBTQI+, siga utilizada para designar lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer ou intersexuais.

A partir de agora, as mais de 20 milhões de pessoas no Brasil que pertencem a esta comunidade terão acesso a uma conta digital completa e um excelente atendimento no Pride Bank.

Se você tem curiosidade em conhecer mais sobre o Pride Bank e todas as suas particularidades, siga com a sua leitura. Abaixo, nós reunimos as principais informações sobre o banco e como ele chega para contribuir para o mercado e também para incluir a população LGBTQI+ nesse meio.

Vamos lá!

A história do Pride Bank

O Pride Bank surgiu da ideia de dois amigos: Alexandre Simões e Maria Fuentes. Após apresentar a proposta ao Digital Banks, nasceu aquele que viria ser o primeiro banco digital do mundo a ter um propósito social dedicado à causa LGBTQI+ em sua essência.

Para ter como foco principal as causas sociais ligadas a esta comunidade, o banco já começou a sua existência com o Instituto Pride, que juntamente da Welight (empresa de tecnologia parceira da instituição em causas sociais) recebe e investe uma parte de suas receitas em tudo o que envolve essa comunidade e também ao enfrentamento da violência contra pessoas LGBTQI+.

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A essência do banco

O banco surge da necessidade de haver uma instituição financeira que atenda e entenda as pessoas, e nesse caso, aquelas que fazem parte de grupo que, infelizmente, ainda sofre descriminação e violência no país.

Segundo a descrição do próprio banco, em um contexto em que a igualdade de gênero e o respeito à comunidade LGBTQI+ são esforços diários, ter um banco digital que entenda os desafios e as necessidades desse grupo, criando políticas que ajudem e apoiem essa comunidade em todas as suas diferentes esferas, que vão desde o suporte e o oferecimento de serviços financeiros, até mesmo o apoio em causas e eventos variados.

Como funciona

A cada vez que um correntista do Pride Bank realiza algum tipo de transação financeira usando a plataforma do banco, uma parte do valor da taxa é destinado ao Instituto Pride, que em conjunto com a Welight, direciona capital para as mais distintas causas sociais relevantes para a comunidade LGBTQI+, essas que são selecionadas e aprovadas anteriormente.

Lembrando que o Instituto Pride e a Welight prestam contas sobre com o dinheiro está sendo usado na causa, sempre com 100% de transparência.

Sobre o Pride Bank

Não são apenas as pessoas que fazem parte da comunidade LGBTQI+ que podem abrir uma conta no banco digital. A ideia é que a instituição seja para todos, sempre com o máximo respeito a todos os tipos de pessoas.

Sendo assim, a abertura de contas de pessoas físicas e jurídicas podem ser feitas pelo público geral, e esta possui diversos serviços que uma conta-corrente digital comum agrega, como a possibilidade de realizar pagamentos, transferências, recargas de celular e até mesmo contar com um cartão de crédito pré-pago (nacional e internacional).

Já para as empresas, a conta digital do Pride Bank oferecer maquininhas de cartão exclusivas para o uso no dia-a-dia.

Cartão de crédito pré-pago Pride Bank

O cartão de crédito pré-pago do Pride Bank foi pensado e desenvolvido com a vontade de permitir que todas as pessoas possam ter acesso a um cartão de crédito, com todos os benefícios que a bandeira Mastercard oferece.

Uma vantagem extremamente atraente para os correntistas do banco é o fato que eles podem ter o seu nome social registrado diretamente no cartão de crédito, e com isso, evitem qualquer tipo de constrangimento e confusão em diversas situações.

A conta-corrente dedicada a pessoas físicas, possuem pacotes que variam entre R$ 9,99 e R$ 39,99. Já a conta dedicada a pessoas jurídicas, os pacotes de serviços variam entre R$ 29,99 e R$ 149,99.

Valores destinados a causas ligadas à comunidade LGBTQI+

Como já mencionamos ao longo do texto, um diferencial do Pride Bank é o fato dele contribuir diretamente para as causas ligadas à comunidade LGBTQI+. Sendo assim, 5% do lucro que o banco tem é destinado a iniciativas em prol desse grupo social.

Entre as causas sociais que o banco se mobiliza, estão ações que buscam oferecer moradias para a comunidade em situação de vulnerabilidade, projetos com idosos que moram na periferia, doações para o investimento em ações em prol do direito das mulheres, além do banco também organizar paradas LGBTQI+ em regiões suburbanas.

E logo no início da sua caminhada como banco, a instituição anunciou a parceria entre a Weigh (empresa de tecnologia) e o Instituto Pride, com o objetivo de mostrar aos clientes — em tempo real e de forma totalmente transparente — como está ocorrendo a contribuição social para essas comunidades socialmente vulneráveis.

Serviços disponíveis do Pride Bank

  • Conta-corrente digital;
  • Realização de transferências entre contas Pride e de outros bancos;
  • Pagamentos (de serviços e impostos);
  • Depósito em conta;
  • Cartão de crédito pré-pago (modelo nacional e internacional);
  • Maquininha de cartão;
  • Conta-corrente dedicada a empresas e pessoas físicas;
  • Recarga e compra de créditos para o uso nos mais variados serviços.

A importância da iniciativa

Os bancos digitais estão cada vez mais populares no Brasil. Isso é motivado pela facilidade que eles oferecem na realização de transações financeiras e também pelas taxas e condições atraentes para o consumidor.

Porém, nos tempos de hoje também é levado em consideração uma instituição financeira que seja comprometida com causas pertinentes à sociedade, e é nisso que o Pride Bank se foca.

Além de apresentar uma gama completa de serviços em sua conta-corrente digital, ele também assume o compromisso de contribuir para o avanço de políticas públicas e sociais que acabem com a descriminação e a violência para pessoas pertencentes à comunidade LGBTQI+.

Iniciativa importante e pertinente, tanto para esse mercado, como também para o avanço de uma agenda mais inclusiva.

 

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Pablo Januario